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Prefeituras da fronteira fecham o cerco para evitar 'turistas' da vacinação

Comprovantes de residência é exigido dos moradores

Os corumbaenses formaram filas para receber o imunizantes nesta manhã ©Montagem/Divulgação/Anderson Gallo - Diário Corumbaense
Participantes do estudo “Vebra Covid-19” (no português, Eficácia da vacina no Brasil contra Covid-19), que vai medir a proteção contra a doença após a imunização em massa com a vacina da Janssen, as 13 cidades da fronteira 'fecharam o cerco' para evitar que pessoas de outros municípios tentem burlar os requisitos.

A ideia do programa é a de uma vacinação em massa e imunizar toda a população adulta até a semana que vem. Para que moradores de outras cidades não se desloquem até o município de fronteira para vacinar, as secretarias de saúde exigem que os cidadãos levem um comprovante de residência ao ir se vacinar.

"Como nós temos um distanciamento razoável entre o ponto de atendimento, o ponto de cadastro e o ponto de vacinação. isso permite você fazer a rastreabilidade das pessoas vão ser imunizadas", disso o prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo (PSDB) ao Jornal Midiamax.

Com a medida de exigir o comprovante de residência, os prefeitos visam evitar o chamado 'turismo de vacinação', quando uma pessoa de fora tenta tomar a vacina em uma cidade que está mais adiantada que a sua de origem ou está aplicando determinada marca do imunizante.

Os municípios fronteiriços estão aplicando as doses únicas da Janssen em sua população. Em Caracol, um grupo de trabalhadores 'forasteiros' tentou se vacinar nesta sexta-feira (2).

"Eles foram lá [no ponto de vacinação], mas nós explicamos que não seria possível porque a vacina é para o caracolense", contou o prefeito Neco Pagliosa (PSDB) à reportagem.

Por: Fábio Oruê

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