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Projeto de Lei propõe aplicativo para levar socorro às vítimas de violência doméstica

Deputado Estadual Capitão Contar
Nesta terça-feira (01), Dia Estadual de Combate ao Feminicídio, foi iniciada a Campanha Estadual de Combate ao Feminicídio com o lançamento da segunda edição do Mapa do Feminicídio de Mato Grosso do Sul em evento com transmissão virtual do Governo do Estado.

Segundo dados apresentados sobre o Mapa do Feminicídio, em Mato Grosso do Sul, 40 mulheres tiveram mortes violentas tipificadas como feminicídio em 2020, sendo que 66 sofreram tentativas. Dessas 40 vítimas de feminicídio, 87,5% não possuíam medidas protetivas. Outro dado que chama a atenção é o aumento de 33% nos casos de 2019 para 2020.

A criação de mecanismos de proteção às mulheres e a divulgação de canais para a denúncia têm sido defendidos na Assembleia Legislativa. O Deputado Estadual Capitão Contar é autor de um Projeto de Lei para a criação de aplicativo para acionamento de socorro às vítimas de violência doméstica.

“Os dados são alarmantes. Pois, o feminicídio é o último estágio da violência contra a mulher e temos que fortalecer os mecanismos de denúncia e de proteção a essas vítimas, antes que o pior aconteça. O Projeto de Lei para criação de aplicativo de acionamento de socorro em caso de agressão ou situação de violência, pode ajudar a salvar vidas, mas é fundamental que a denúncia aconteça”, defende o parlamentar.

Caso o Projeto seja aprovado, o aplicativo será disponibilizado gratuitamente para mulheres com medidas protetivas que se sentem ameaçadas. Para acioná-lo basta dar três toques no mesmo ou tocar no botão volume do celular, não sendo necessário o crédito de dados. Uma vez acionado, o aplicativo envia notificações para a Central de Atendimento ao mesmo tempo que aciona três números cadastrados de amigos ou familiares. Além disso, direciona para equipe de monitoramento, que enviará uma viatura policial mais próxima para atendimento à vítima, conforme a geolocalização da mulher.

Para Contar, é preciso utilizar a tecnologia a nosso favor. “Muitas vítimas ficam feridas ou acabam mortas justamente por serem agredidas em momentos que estão indefesas, por isso precisamos ter cada vez mais ferramentas como esta de proteção”, finaliza.

ASSECOM


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