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Moção de Zé Teixeira homenageia o deputado Cabo Almi

Cabo Almi morreu no último dia 24 de maio, aos 58 anos, vítima de complicações causadas pelo coronavírus. Ele deixa esposa, três filhos e uma neta.

©DIVULGAÇÃO/ARQUIVO
O deputado estadual Zé Teixeira (DEM), 1º secretário da Assembleia Legislativa, apresentou na sessão plenária desta quarta-feira (26/05), a Moção de Pesar em razão do falecimento de seu colega deputado estadual Cabo Almi (PT), ocorrido no dia 24 de maio deste ano, em Campo Grande, vitimado pela Covid-19.

Em sua justificativa, Zé Teixeira ressalta que Mato Grosso do Sul perdeu uma importante liderança. “Perdemos um amigo merecedor de nosso respeito pela sua nobreza e caráter. E, em reconhecimento ao seu legado, conclamo o apoio dos nobres pares desta Casa de Leis nesta homenagem singela aos familiares do nosso amigo deputado Cabo Almi”, justificou Teixeira.

Em 3 de maio, Cabo Almi foi diagnosticado com Covid-19 estava em isolamento, em casa. No dia 7 de maio, seu estado de saúde se agravou e ele foi encaminhado para o Hospital da Cassems. Cabo Almi foi intubado e respirou com ajuda de aparelhos até o dia 23. Na noite do dia 24 de maio o parlamentar não resistiu.

História

José Almi Pereira Moura nasceu no município de Jardim Olinda (PR), em 17 de dezembro de 1962, filho do lavrador Finelon Pereira de Moura e da dona de Creuza Vieira da Silva Moura. Em 1963, ainda criança veio com a família para Mato Grosso do Sul, fixando residência no Distrito de Lagoa Bonita, em Deodápolis, para o cultivo de lavoura.

Em fevereiro de 1982, Almi mudou-se para Campo Grande e antes de ingressar na PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), trabalhou como cobrador de ônibus, empacotador, e promotor de vendas de indústria de alimentos, além de se formar como torneiro mecânico pelo SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

Cabo Almi, como José Almi era conhecido, era policial militar da reserva. Em outubro de 1983, prestou concurso para soldado da Policia Militar. Em 1987, casou-se com Irene Carolina de Oliveira, com quem teve três filhos: Flávio, Fabrícia e Monique.

Em 1988, foi aprovado no concurso e promovido a cabo da PM, e no início da década de 90, ajudou a fundar o Grêmio 8 de Abril, do qual foi presidente por seis anos.

Em 1996, foi eleito vereador em Campo Grande, pelo Partido dos Trabalhadores, sendo reeleito seguidamente para a Câmara Municipal por mais três mandatos, nos pleitos de 2000, 2004 e 2008. Nas eleições de 2010, eleito como deputado estadual, assumindo vaga em 2011, e também reconduzido à Assembleia Legislativa em 2014 e 2018.

Por Gustavo Nunes

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