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Deputado Neno Razuk pede atendimento policial especializado para mulheres das aldeias indígenas de Dourados

deputado Neno Razuk (PTB)
Os índices de violência contra mulheres chama a atenção diariamente e dentro das aldeias não é diferente. Após solicitações de quem já precisou de atendimento e encontrou dificuldades, o deputado Neno Razuk (PTB) solicitou ao Governo do Estado por meio da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), a liberação de recursos para construção de um posto policial junto às reservas indígenas de Dourados priorizando a extensão da Delegacia de Atendimento à Mulher.

“O objetivo é minimizar a violência de gênero constante como as agressões, estupros e feminicídios. Os dados da Sejusp indicam que em apenas quatro meses do ano, Mato Grosso do Sul registrou 10 feminicídios e grande parte dos autores são os ex-maridos, conviventes e namorados. E nas aldeias há ainda a questão de que muitas vezes, elas têm medo ou são desencorajadas pela falta de condições”, justifica Neno.

Para o parlamentar, a presença policial mais próxima das aldeias vai aumentar também a sensação de segurança das mulheres. “Soubemos de casos de mulheres que foram agredidas e não conseguiram se deslocar até uma delegacia, por falta de transporte, são locais distantes e que muitas vezes o caminho tem que ser feito à pé ou de bicicleta, dificultando ainda mais o alcance dos direitos”, alerta.

Diante desta necessidade de atendimento mais humanizado às mulheres indígenas, Neno Razuk também solicita que junto a extensão da Delegacia da Mulher, a Sejusp disponibilize um tradutor da língua Guarani para melhorar e acolher as vítimas da violência de gênero. “É uma necessidade junto às aldeias de Dourados, pois os crimes contra o gênero são recorrentes e a solicitação foi feita para que essa triste realidade se minimize. Sabemos que a conscientização já é um grande avanço, mas a ação policial dentro das reservas indígenas vai auxiliar as vítimas e dar mais segurança a todos”, destacou o deputado sobre o alto índice de crimes dentro das aldeias.
Mulher indígena ©AGRAER-MS



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