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Deputado Capitão Contar espera que PGR consiga respostas sobre recursos investidos em hospitais e equipamentos hospitalares

deputado estadual Capitão Contar (PSL)
Nesta semana, a PGR enviou ofício a todos os governadores do País, para que respondam, até esta sexta-feira (19/03), quantos e quais hospitais foram construídos, a situação das unidades e qual a destinação dos materiais hospitalares e dos hospitais desativados.

O ofício é assinado pela Subprocuradora-Geral da República, Lindôra Araújo, que busca explicações sobre a destinação de recursos do Ministério da Saúde para a implantação de Unidades de Saúde Temporárias para assistência Hospitalar (Hospital de campanha), que são voltados para os atendimentos aos pacientes com Covid-19.

Em Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Capitão Contar (PSL), também tem questionado a destinação de recursos para o combate à pandemia. No início do mês o parlamentar solicitou esclarecimentos sobre equipamentos e insumos hospitalares abandonados no Centro de Convenções Albano Franco. A situação dos equipamentos foi mostrada em vídeo que viralizou na internet e provocou indignação em toda população. O requerimento foi apresentado na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), com cópia ao Governo do Estado e Secretário de Estado de Saúde, na semana passada. Mas, ainda está sem respostas.

Para o Deputado, situações como a dos Hospitais de campanha e como vimos em relação aos equipamentos estocados no Albano Franco, são inadmissíveis. “Para onde e como estão sendo utilizados esses recursos? Ainda não sabemos. Pessoas estão morrendo nos hospitais e não podemos admitir nenhum desperdício de recursos. O Governo do Estado precisa ser transparente e esclarecer todas essas dúvidas. Não vamos admitir má gestão dos recursos públicos.”, justifica Contar.

Com o aumento de casos e óbitos em decorrência da Covid-19, o deputado também faz um alerta sobre o tratamento em fase inicial da doença. “Estamos em um momento crítico da pandemia. É fundamental obter essas respostas e garantir que os insumos e medicamentos essenciais para salvar vidas estejam à disposição da população. Tenho recebido diversas queixas sobre a falta de remédios para o tratamento precoce na rede pública de saúde. Quer dizer, vamos esperar essas pessoas evoluírem para estágios mais graves? Vamos impedir que tenham uma chance de evitar a evolução da doença?”, finaliza o parlamentar.

ASSECOM

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