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Assomasul recomenda a prefeitos de MS que não comprem vacinas e aguardem lote do ministério

Entidade garantiu que o governo federal comprará mais doses, mas pediu que cobranças continuem

©Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini
A Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e a CNM (Confederação Nacional dos Municípios) recomendaram às prefeituras do Estado que aguardem a chegada de novos lotes de vacinas contra Covid-19 remetidos pelo Ministério da Saúde e não comprem doses por conta própria. Prefeitos em todo o Brasil chegaram a formar um consórcio para tentar uma aquisição conjunta.

Em nota, o presidente da entidade, o prefeito de Nioaque Valdir Júnior (PSDB), observou que o ministro Eduardo Pazuello garantiu novas doses da Tozinameran, vacina desenvolvida em parceria entre a farmacêutica americana Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã BioNTech.

“O ministro anunciou a compra de 100 milhões de doses de vacinas da Pfizer/BioNTech, com a primeira entrega em julho, de 8,71 milhões de doses, e o restante entre outubro e dezembro”, diz trecho do texto.

Valdir Júnior afirma que os prefeitos devem aguardar e evitar a quebra do pacto federativo e pregou a união de todos os gestores. “Importante ainda que prefeitos e prefeitas continuem atentos e mobilizados no sentido de pressionar o Ministério de Saúde visando à eficiência e a agilidade nas compras das vacinas”, escreveu.

Entenda

A FNP (Frente Nacional de Prefeitos) iniciou a articulação para a compra de vacinas. O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), foi um dos que aderiram à iniciativa.

O Congresso Nacional já aprovou projeto de lei que permite estados e municípios a comprarem diretamente dos fabricantes. O cronograma do Instituto Butantan e da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) foi alterado após o atraso da entrega de material para fabricação da Coronavac e Covishield.

Fonte: Midiamax
Por: Adriel Mattos

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