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TCE-MS promove campanha Novembro Azul

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Em função do distanciamento social, recomendado por conta da pandemia de Covid-19, a Campanha Novembro Azul, tradicionalmente realizada pelo TCE-MS para conscientizar os servidores, esse ano tem uma programação diferenciada. Uma palestra on-line do médico oncologista André Henares Campos Silva é a forma que o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul escolheu para fazer chegar até os servidores o alerta sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata entre os homens.

O câncer de próstata é o tipo mais comum entre a população masculina, representando 29% dos diagnósticos da doença no País. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam para 65.840 novos casos de câncer de próstata a cada ano, entre 2020 e 2022.

Popularmente o movimento Novembro Azul ficou conhecido como uma campanha para a prevenção do câncer de próstata, mas a ideia é também promover a saúde do homem de forma geral e atentar a outros sintomas que podem desencadear doenças.

A próstata é uma glândula presente apenas nos homens com a função é produzir um líquido que compõe parte do sêmen, que nutre e protege os espermatozoides. Em homens jovens, ela possui o tamanho de uma ameixa, mas seu tamanho aumenta com o avançar da idade.

Alguns fatores podem aumentar as chances de um homem desenvolver a doença como a idade, histórico familiar, sobrepeso ou obesidade, sedentarismo. Entre os fatores que mais ajudam a prevenção estão uma alimentação saudável, peso corporal adequado, prática de atividade física, não ser fumante e evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

O oncologista André Henares alerta que o rastreamento é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento. A detecção pode ser feita por meio da investigação, com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas, mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença. “Não se deixe tomar pela vergonha, piadas, intimidações. O que importa é a saúde, a chance de cura existe, é real, contanto que o diagnóstico seja feito de forma bastante precoce. Acompanhe, fale com seu médico”.

Por: Tania Sother

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