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Deputados aprovam projeto de Marçal de incentivo à vacinação em MS

Projeto tem como proposta erradicar a reintrodução de doenças já eliminadas, diz Marçal 

©ARQUIVO
Os deputados estaduais aprovaram em primeira votação nesta quinta-feira (19), Projeto de Lei que institui, em Mato Grosso do Sul, campanha permanente de sensibilização, informação e incentivo à vacinação. De autoria do deputado Marçal Filho (PSDB), o projeto tem como proposta erradicar a reintrodução de doenças já eliminadas, bem como minimizar aquelas que ainda estão presentes. 

Incentivar campanhas informativas, com materiais impressos ou digitais para ampliar o conhecimento da população, promover a disseminação das informações corretas e fidedignas quanto à importância, eficiência e eficácia da vacinação também são propostas do projeto. 

Além disso, o objetivo é o de promover a realização de atividades educativas, no âmbito das redes públicas de saúde e de ensino, para combater de forma contínua a propagação de dados falsos e contrários ao sucesso das campanhas de vacinação e dos programas de imunizações.

O projeto estabelece ainda a finalidade de formalizar parcerias com a iniciativa privada, ONG’s, OSCIP’s, Clubes de Mães e Associações de Bairros, visando propiciar a soma de esforços do Poder Público e da sociedade para a divulgação do Programa Nacional de Imunizações e suas Vacinas.

Neste ano, Mato Grosso do Sul registrou preocupante queda na imunização de crianças, não alcançando os índices esperados e ficando abaixo das metas previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.

"Tal fato pode ser explicado pela situação atípica que o mundo está vivenciando, em razão da pandemia do novo coronavírus. Além disso, outros fatores complexos, como religião e socioeconômico, podem contribuir para a recusa vacinal. Ocorre que isso pode fazer com que as crianças e a população em geral fiquem expostas a outras doenças, gerando, inclusive, o risco de novos surtos contagiosos”, diz o deputado.

Conforme o Ministério da Saúde, as baixas coberturas vacinais registradas, sobretudo daquelas que fazem parte do calendário nacional de vacinação, representam uma ameaça para o retorno de doenças comuns no passado e que, de certa forma, tiveram sua circulação freada pelo trabalho de imunização.

ASSECOM

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