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Deputado Barbosinha pede convocação de praças e oficiais remanescente do concurso da PM

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O deputado Barbosinha (DEM-MS) pediu ao Governo do Estado a convocação dos 220 praças e dos 56 oficiais remanescentes do concurso da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul.

Em indicação encaminhada nesta quarta-feira (25) ao Executivo Estadual o parlamentar reforça que mesmo com as recentes convocações dos últimos aprovados no Concurso, o efetivo das forças de segurança pública em Mato Grosso do Sul ainda é deficitário, longe do ideal necessário para a garantia da ordem e da segurança pública em todo território estadual.

Barbosinha, que já foi secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado e conhece de perto a realidade das forças policiais do MS, adverte que atualmente a corporação conta com aproximadamente 6 mil homens e mulheres, incluindo os últimos convocados na contagem.

“Para que esses números fiquem mais claros, podemos citar a Lei Complementar n. 203/2015, que prescreve que o efetivo ideal para a Polícia Militar - MS corresponde ao quantitativo de 561 oficiais e 8.581 praças, totalizando 9.142 homens e mulheres à disposição da instituição. Baseados nesses indicativos temos um déficit de pessoal em torno de 40%”, contabiliza Barbosinha.

O deputado enfatiza que a convocação vai garantir a prestação dos serviços de segurança adequada à população, evitando que o efetivo das forças de segurança pública seja ainda mais comprometido. Barbosinha acredita que dificilmente, neste Governo, serão abertos novos concursos. Razão pela qual reforça a necessidade em se convocar os praças e oficiais remanescentes.

“Embora estejamos um Estado emblemático, com mais de 1.500 km de fronteira, temos no Mato Grosso do Sul um dos Estados mais seguros da Federação e que tem a presença efetiva e marcante da nossa Polícia Militar. Essa convocação alicerça a segurança pública no nosso MS”, defende.

Barbosinha aguarda posicionamento do Governo do Estado já que o pedido foi encaminhado diretamente ao governador Reinaldo Azambuja. 

Por: Luciana Bomfim

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