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Com morte de Onevan, Mara Caseiro assume vaga na Assembleia até 2022

Atual diretora da Fundação de Cultura, Mara teve 23 mil votos em 2018, quando ficou na suplência da coligação tucana

Mara foi deputada por dois mandatos e deve assumir no lugar de Onevan ©Divulgação/ALMS
A morte de Onevan de Matos (PSDB) vai abrir uma vaga na Assembleia Legislativa, que deve ser ocupada pela primeira suplente da coligação tucana que concorreu às eleições em 2018. No caso, a vaga é da ex-deputada Mara Caseiro, atualmente na chefia da FCMS(Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul).

Mara também é do PSDB e obteve 23.813 votos em 2018, enquanto Onevan, o quarto mais votado naquele ano, obteve 30.813 votos. Eles estavam na coligação do PSDB junto ao DEM e ao Pros que concorreu nas proporcionais.

Formada em Odontologia em 1986, Mara ingressou na política em 1992 como candidata a vice-prefeita de Eldorado, onde, em 1996, foi eleita vereadora e chegou à presidência da Câmara Municipal. Sua rápida ascensão política fez com que ela fosse eleita prefeita em 2000, da mesma cidade, sendo reeleita em 2004.

Em 2010, ela foi eleita deputada estadual pela primeira vez, sendo reeleita para o segundo mandato em 2014, cumprindo mandato até 2018. Contudo, nas eleições daquele ano, acabou ficando atrás de sete outros candidatos da coligação.

O retorno de Mara à Casa de Leis de Mato Grosso do Sul faz com que o espaço volte a ter uma cadeira ocupada por uma mulher. Na mesma coligação dela, Dione Hashioka (PSDB) ficou como a segunda suplente e pode ser a segunda mulher a assumir uma cadeira nessa legislatura caso Barbosinha (DEM) seja eleito prefeito de Dourados.

A reportagem tentou contato com Mara para saber mais detalhes sobre a situação, contudo, até o fechamento do texto, não conseguiu. A possibilidade dela substituir Onevan na Assembleia já existia devido ao deputado ser um dos nomes que disputavam a prefeitura de Naviraí neste ano.

Onevan estava internado há mais de um mês para tratar de uma pneumonia causada por uma bactéria descoberta logo após ele ser considerado curado da covid-19. Ele ficou internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP), onde passou nesta sexta-feira (13) por um cateterismo e acabou morrendo de infarto. 

Fonte: CAMPO GRANDE NEWS
Por: Nyelder Rodrigues

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