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Professor de Direito e militar do Exército estão entre presos em operação contra pedofilia em Campo Grande

Auxiliar contábil e empresário também foram detidos; eles armazenavam imagens com estupro de crianças

©Henrique Arakaki
A 3º fase da Operação a Deep Caught, contra a pedofilia deflagrada na manhã desta quinta-feira (29), em Campo Grande prendeu quatro pessoas que armazenavam e compartilhavam pornografia infantil. Na casa de dois alvos, os policias encontraram armas.

Foram presos um advogado e professor de Direito de 35 anos, no bairro Bom Jardim, um empresário de 37 anos, no bairro Vila Vilas Boas, sendo que nestas duas casas foram encontradas armas.

No bairro Lar do Trabalhador, um sargento do Exército acabou preso, assim como, um auxiliar de contábil de 34 anos, no bairro São Francisco. De acordo com a delegada Marilia Brito da Depca (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) disse que foram encontrados 202 gigas de material pornográfico com os acusados.

Foram apreendidos celulares, HD’s, computadores e notebooks. Nenhum dos presos tinha passagens pela polícia. Eles utilizavam a deep web para baixar e compartilhar o material pornográfico.

Outras fases

Em agosto deste ano foi deflagrada a segunda fase da Deep Caught, em Campo Grande, contra a pedofilia infantil. Sete mandados foram cumpridos em várias cidades do Estado, na época. A operação era contra os acusados de exploração e abuso sexual contra crianças e adolescentes praticados por meio da internet. Na primeira fase em maio deste ano, foram cumpridos mandados em 4 cidades do Estado, Campo Grande, Jardim, Cassilândia e Bonito.

Crime

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Fonte: Midiamax
Por: Thatiana Melo e Gabriel Neves

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