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No sábado de "Lei Seca", taxa de isolamento na Capital chega a 40%

Com 38,60%, capital melhorou posição no ranking em MS, mas porque municípios obtiveram resultados igualmente sofríveis

Região das Moreninhas, com índice de isolamento de 25%, um dos piores de Campo Grande ©ARQUIVO
Com cinco bairros obtendo taxa de isolamento entre 16% e 25%, Campo Grande, novamente, não chegou nem perto do mínimo ideal preconizado pelas autoridades sanitárias, ficando em 38,60%, ontem (15). No ranking estadual, alcançou o 20º lugar, melhorando posicionamento em relação aos outros dias, mas porque vários municípios de MS tiveram índices igualmente sofríveis.

Este é o primeiro fim de semana de vigência da “lei seca”, adotada pela prefeitura de Campo Grande para tentar segurar a população em casa, que historicamente, fica na média de 50% na taxa de isolamento, o mínimo considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde). O ideal é de 70%.

Em Mato Grosso do Sul, somente quatro municípios tiveram taxa acima dos 50%, considerado o mínimo ideal pela OMS (Organização Mundial de Saúde): Douradina (63,20%), Japorã (55%), Figueirão (52,40%) e Taquarussu (52%). Outros 44 municípios ficaram na faixa dos 49% a 40% e, o restante do Estado, abaixo disso.

Os piores resultados em MS foram Novo Horizonte do Sul (30,40%) e Pedro Gomes (29,50%).

Em Campo Grande, cinco bairros ficaram entre as piores médias: Universitário (16,30%), Jardim do Córrego (20%), Portal da Lagoa (20%), Núcleo Industrial (25%) e Moreninha (25%). Na outra ponta do ranking estão Bosque Santa Mônica (66,70%), Jardim dos Estados (55,60%), Chácara Cachoeira (54,70%), Vila Planalto (54,20%) e Pênfigo (53,80%).

Em comparação a outras capitais, Campo Grande ficou na 7ª pior colocação no ranking. Os piores índices foram Goiânia (36,87%) e Palmas (37,39%).

No ranking dos estados, MS ficou em 10º, com 39,30%. As melhores posições foram do Piauí (43,90%) e Paraná (45,60%). As piores, Goiânia (37,30%) e Tocantins (38,10%).

A taxa de isolamento é medida a partir de distanciamento de 400 metros a partir da “central” da pessoa, estabelecido pelo tempo de permanência de 48h no ponto. Os dados são da coordenadoria do Sistema de Informação e Conteúdo do governo estadual. 

Fonte: CAMPO GRANDE NEWS
Por: Silvia Frias

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