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Justiça nega pedido de habeas corpus e peão que matou ex-prefeito continuá preso

Defesa alegou risco de saúde devido ao novo coronavírus (Covid-19)

Luiz Fernandes se apresentou à Polícia Civil 17 dias após o crime
A Justiça negou o pedido de liberdade a Luiz Fernandes, o “Paraguai”, acusado de matar com um tiro na cabeça o ex-prefeito de Amambai e secretário especial da Casa Civil do governo do Estado, Dirceu Lanzarini, 62 anos. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (24) no Diário da Justiça.

No pedido de habeas corpus, a defesa de Luis alegou que o cliente corria risco devido ao novo coronavírus (Covid-19). Por unanimidade, desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negaram o pedido.

Na decisão, o relator do processo, desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva, ressaltou que, além de o crime ter causado comoção social, Luis também passou 17 dias foragido. ''Mesmo diante de condições pessoais favoráveis, afastam o direito de responder ao processo em liberdade'', disse o magistrado.

Ainda conforme a decisão, Luis não pertence ao grupo de risco para a covid-19. Entendeu, também, que a pandemia do covid-19 não pode ser usada como motivo para colocar o réu em liberdade.

O caso - Na manhã do dia 24 de fevereiro, Fernandes descarregou o revólver na direção da caminhonete S10 ocupada por Dirceu Lanzarini e pelo genro dele, Kesley Aparecido Vieira Matricardi, 33.

Os crimes ocorreram na propriedade de Lanzarini, em Amambai. Fernandes trabalhava há dez anos na Fazenda Palmeiras e teria se desentendido com o patrão por causa dos valores de comissões sobre a lavoura. O político foi atingido na cabeça e morreu horas depois em Dourados. Kesley foi ferido no braço e de raspão no pescoço, mas sobreviveu.

Como está indiciado por homicídio qualificado e tentativa de homicídio e com prisão preventiva decretada pela Justiça, Luis Fernandes ficará preso após o depoimento. 

Fonte: CAMPO GRANDE NEWS
Por: Kerolyn Araújo
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