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SAÚDE| Em 24 horas, Campo Grande teve 18 casos suspeitos de coronavírus

Dois foram confirmados ©Valdenir Rezende
Após dois primeiros casos de coronavírus confirmados, Campo Grande já teve 28 suspeitos sendo investigados, sendo 18 pelo Laboratório Central de Mato Grosso do Sul (Lacen), em menos de 24 horas. 

Os exames começaram a ser feitos no último sábado (14) pelo laboratório do Estado. Kits do Ministério da Saúde foram disponibilizados para o Lacen, no total foram 240. O Estado adquiriu 10 mil tubos e hastes de swab para coletar amostras. Os kits de coleta foram distribuídos a todos os municípios. Ontem mesmo o laboratório já tinha realizado 18 exames.

Até a última sexta-feira (13), Campo Grande enviava amostras de exames para ser feito no laboratório de São Paulo Adolfo Lutz. No total, 28 suspeitos fizeram exames na Capital e dois tiveram o resultado positivo.

As duas pessoas infectadas pelo coronavírus, que são de Campo Grande, se trata de um homem de 31 anos e uma mulher de 23 anos. A última é a namorada do empresário Ueze Zahran Stamatis que mora em São Paulo. Thayany Silva esteve em festa de formatura na casa noturna Valley, em Campo Grande, na noite da última quarta-feira (11). A jovem recebeu o resultado do exame neste sábado (14) com a confirmação do diagnóstico. 

A Valley divulgou nota informando que suspenderá as atividades até que todos os funcionários sejam testados para coronavírus.

NOTA INFORMATIVA

O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD) proibiu eventos públicos com mais de 100 pessoas e a suspensão das aulas na Rede Municipal de Ensino a partir da próxima quarta-feira (18). O decreto será publicado na próxima segunda-feira (16).

Porém, diferente do que está sendo decretado pelo prefeito, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e a Secretaria do Estado de Saúde (SES) informou que não é recomendado o fechamento de escolas, faculdades ou escritórios. De acordo com informativo da secretaria, o fechamento de escolas pode levar a várias famílias a terem que deixar seus filhos com seus avós. “Nas crianças, a COVID-19 tem se apresentado de forma leve e a letalidade é próximo a zero; já no idoso, a letalidade aumenta muito. No idoso com mais de 80 anos e comorbidades, a letalidade é em torno de 15%. Portanto o fechamento de escolas em cidades em que os casos são importados ou a transmissão local pode ser prejudicial para sociedade. Esta orientação é dinâmica, podendo ser modificada, conforme a evolução do número de casos no Estado, particularmente nas cidades em que a houver transmissão comunitária confirmada”, diz parte da nota da SES.

Fonte: CE
Por: Izabela Jornada
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