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Para dar voz às mulheres, deputado Cel. David homenageia sobrevivente de tentativa de feminicídio

Bruna foi homenageada em sessão solene em alusão ao Dia Internacional da Mulher,com a entrega do Troféu Celina Jallad

©DIVULGAÇÃO
“Sou uma sobrevivente”, assim Bruna de Oliveira se define durante a entrega da medalha Celina Jallad concedida pela Assembleia Legislativa em homenagem ao Dia da Mulher. Bruna foi homenageada em sessão solene pelo deputado estadual Coronel David (PSL), em reconhecimento a sua representatividade no combate a violência contra a mulher.

“A Bruna representa aquelas mulheres que realizam ações desenvolvidas para políticas públicas realmente eficientes em prol das mulheres, não só para amparar aquelas que são vítimas de violência, mas sim para evitar, coibir e punir os homens que cometem violência doméstica”, afirmou Coronel David lembrando os projetos apresentados durante o mandato, como a PEC (Projeto de Emenda Constitucional) que impede que agressores de mulheres, crianças e idosos exerçam cargos públicos.

Apesar das festividades, a homenageada fez questão de lembrar o quanto é importante falar sobre o tema. “É mais que uma homenagem, é dar voz para nós mulheres, que passamos por isso todos os dias e criamos mecanismos de inibição para que os agressores sejam punidos no rigor da lei. Estou muito feliz, me sinto uma vitoriosa por ser uma representatividade da luta contra o feminicídio em nosso Estado”, agradeceu.

“Por respeito, por direitos, por Justiça, pelas mulheres”

Coronel David sempre defendeu o respeito, os direitos e a Justiça às mulheres vítimas de violência. Enquanto Comandante Geral da PMMS, lançou em 2014 a Cartilha POP (Procedimento Operacional Padrão), que é um protocolo de procedimentos e condutas humanizadas que devem ser seguidas, obrigatoriamente por policiais militares no atendimento às mulheres vítimas de violência. Além de ter sido exemplo para outros Estados brasileiros, a Cartilha POP foi referência para instituir no âmbito da Subsecretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, um Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI), adaptando a realidade de Mato Grosso do Sul às diretrizes nacionais para investigar, processar e julgar, com perspectiva de gênero, as mortes violentas de mulheres (feminicídio), ocorridas no Estado. O parlamentar também atua na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul como vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e Combate à violência doméstica e familiar. Trabalha para zelar, fiscalizar e propor ações que protejam mulheres em estado de vulnerabilidade.


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