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Operação é iniciada para prevenir pesca ilegal durante a pré-piracema

Estado recebe muitos turistas e pescadores próximo ao período de defeso

Operação será realizada até o dia 5 de novembro, quando começa o período de defeso ©DIVULGAÇÃO
Com objetivo de prevenir e reprimir a pesca predatória, tendo em vista a proximidade do período de piracema, quando aumenta o número de turistas e pescadores em Mato Grosso do Sul, a Polícia Militar Ambiental (PMA) iniciou hoje a Operação Pré-Piracema. Até o dia 5 de novembro, fiscalização será intensificada nos rios do Estado.

Conforme a PMA, próximo a Piracema os cardumes já se encontram formados e a facilidade em capturar o pescado no período faz com que as atividades de pesca predatória aumentem.

Os trabalhos preventivos serão intensificados durante a operação, que envolverá 360 policiais e se estenderá até o dia 5 de novembro às 8h, quando se inicia o período de fechamento da pesca na Bacia do Rio Paraguai.

Além do combate e prevenção à pesca predatória, trabalhos também terão como foco a repressão ao tráfico de papagaios, com foco principal em evitar a retirada dos filhotes dos ninhos entre agosto e dezembro, que é o período reprodutivo das aves.

A prevenção e combate a outros crimes ambientais, tais como transporte de produtos perigosos, desmatamento, exploração ilegal de madeira, incêndios, às carvoarias ilegais e ao transporte de carvão e de outros produtos florestais, caça, bem como demais crimes contra a flora também efetuados.

Crimes de natureza diferente à ambiental, como tráfico de drogas, contrabando, descaminho, porte ilegal de armas, entre outros, serão coibidos nas barreiras da PMA.

A abertura dos rios do Estado é prevista para o dia 28 de fevereiro. O período de defeso em Mato Grosso do Sul é fixo e estabelecido por lei.

2018

No mesmo período do ano passado, foram autuadas 65 pessoas por crimes e infrações ambientais. Dessas 59 autuações, 41 foram por pesca ilegal, com 37 presos por pesca ou transporte de produto da pesca predatória.

Quatro pessoas foram autuadas administrativamente por falta de licença ou armazenamento de pescado. A pesca sem licença não é crime ambiental, somente infração administrativa.

A quantidade de pescado apreendida foi de 684,5 quilos e foram aplicadas multas que totalizaram R$ 87.792,00 por pesca ilegal. Já as multas por outras infrações ambientais foram de R$ 198.368,00 e as referentes a todos os tipos de infrações ambientais somaram R$ 286.160,00.

Com relação aos petrechos de pesca proibidos foram apreendidas 62 redes de pesca, oito tarrafas, 496 anzóis de galho, nove barcos e nove motores.

Por: GLAUCEA VACCARI
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