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Cassems realiza roda de conversa com jovens sobre os desafios da adolescência

Com rodas de conversa, o plano de saúde busca dialogar sobre saúde com adolescentes 

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Na última quarta-feira (29), a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) realizou a roda de conversa: “Você Cresceu, Vamos Conversar Sobre Isso?”, na Clínica da Família Cassems. No encontro, os médicos Maria Auxiliadora Budib, Odilon Coral e Tatiana Serra ofereceram orientações aos jovens beneficiários sobre crescimento, autocuidado e sexualidade. As atividades têm apoio da Associação Brasileira de Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência (Sogia BR).

Para a diretora de Assistência à Saúde da Cassems, Maria Auxiliadora Budib, o cuidado com os beneficiários durante a adolescência contribui para um futuro mais consciente em relação aos cuidados com a saúde.

“Os jovens representam, para nós, o patrimônio do futuro. Quando temos jovens informados, que protagonizam as mudanças na sua vida, com responsabilidade, teremos ótimos indicadores de saúde. Se a prevenção começa cedo, é mais fácil lá na frente. Como um plano de saúde, cremos na prevenção, e o jovem traz essa vulnerabilidade, por passar um período de questionamentos. Acolher essas dúvidas é algo muito positivo”.

O médico generalista Odilon Coral integrou a roda e salientou que, cada vez mais, a Cassems pretende conscientizar os jovens beneficiários. “A adolescência é um período importante, carregamos muitas coisas para a vida adulta. Então, conversando e tentando entender o jovem, conseguimos fazer com que ele se desenvolva e tenha melhores hábitos de vida”.

De acordo com Anny Gabriele Cardoso, de 18 anos, destaca que a roda ofereceu informações seguras sobre saúde, por meio da intervenção de profissionais. “Foi muito interessante, porque conseguimos ter contato com outros jovens e compartilhar os nossos medos, sabendo que não estamos sozinhos”.

A beneficiária Natali Santos afirma que a roda foi uma experiência positiva. “Tive acesso à vários conhecimentos, perdemos a vergonha de conversar sobre assuntos relacionados à saúde. A maioria dos adolescentes não tem abertura para conversar com os pais e, com essas iniciativas, trabalhamos isso”.
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