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ALMS| Deputados debatem economia do país e Kemp critica falta de políticas públicas

©DIVULGAÇÃO/ALMS
A economia do Brasil foi tema de debate entre os deputados estaduais durante sessão ordinária desta quinta-feira (6) na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul. Pedro Kemp (PT) foi quem subiu na tribuna para falar da atual gestão de Jair Bolsonaro (PSL) que, para ele, está deixando “o país em recessão econômica”.

“São 14 milhões de desempregados. Só vejo projeções de queda na economia e no PIB [Produto Interno Bruto] e só se fala em Reforma da Previdência, como se isso fosse ser o milagre que irá salvar a pátria. Porém, ele não pensa em formas de incentivar o emprego, para que esses 14 milhões voltem a contribuir com os impostos”, argumentou o deputado Pedro Kemp.

O parlamentar ainda criticou a falta de políticas públicas do Governo Federal para que o impacto do desemprego seja amenizado para as famílias afetadas, com melhorias na Saúde e Educação, por exemplo. “Ele apenas está querendo saber de facilitar o porte de arma e agora ampliar a soma de pontos na carteira de motorista, como se não tivesse coisa mais importante para fazer, enquanto ele destrói o sistema da Seguridade Social e defende essa reforma ‘fake news’ que só vai garantir privilégios a alguns setores. Há uma crise do capital”, destacou Pedro Kemp.

Ele ainda citou o fechamento de empresas, como um frigorífico em Paranaíba e criticou a possibilidade de privatização da empresa de gás natural do Estado, a MS Gás e da de água e saneamento, a Sanesul. “A crise é internacional e a Reforma da Previdência é apenas um passo do que precisa ser feito, pois precisa de reformas política e tributária também. Se privatizar, as pessoas vão ver o que está por vir na conta de água”, afirmou o líder do Governo na Casa de Leis, deputado Barbosinha (DEM).
©DIVULGAÇÃO/ALMS
Zé Teixeira (DEM) apresentou outro ponto de vista. “Se uma empresa privada fecha é porque não está dando lucro. Esse frigorífico fechou para abrir outra planta no norte do estado. Antes da empresa de energia ser privatizada tinha mais de 2 mil funcionários e dava gasto. Hoje tem bem menos colaborador e dá lucro. Então nem tudo que é público tem boa gestão. Não vê os Correios? Precisa melhorar. Quanto ao trânsito nem vai adiantar aumentar os pontos na carteira, porque hoje as pessoas transferem. Tem é que mexer no bolso que tudo funciona”, ponderou. Para o deputado Capitão Contar (PSL) a questão das estatais não é só gestão, mas política. “Tem que acabar com essa de diretor ser indicação política. Estatais serem locais de acomodação política. É isso”, finalizou.

Por: Fernanda Kintschner
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