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Marun quer discutir situação dos Rios de Bonito e Jardim em Brasília

Ministro da secretaria de governo pretende discutir degradação ambiental dos Rios, em especial do Rio da Prata, junto aos Ministérios do Meio Ambiente e Agricultura

Ministro da secretaria de governo Carlos Marun (MDB) na manhã desta sexta-feira (7) ©Leonardo Rocha
A situação de degradação dos Rios da região de Bonito e Jardim, em Mato Grosso do Sul, deve chegar até Brasília. Isso porque o ministro da secretaria de governo, Carlos Marun (MDB) pretende discutir o assunto junto aos Ministérios do Meio Ambiente e Agricultura.

Em novembro, imagens do Rio da Prata e, depois, do Rio formoso, viralizaram na internet mostrando um cenário de caos: ao invés das águas cristalinas, os rios exibiram cor lamacenta. Após ações do governo do Estado e da PMA (Polícia Militar Ambiental), a origem do problema foi descoberta.

A lama foi levada pela chuva, com origem em duas propriedades rurais da região de Jardim, a a 233 km de Campo Grande. Nas fazendas, a falta de manejo das plantações de soja, a exemplo da ausência de curvas de nível, provocou depósito de terra no Rio da Prata. Além disso, especialistas afirmam que a situação das estradas também provocou a situação de dano ambiental nos rios da região.

Marun contou que esteve em Bonito na última semana e constatou que a situação “mais crítica” é a do Rio da Prata. “Ouvi todo mundo da região e vou buscar alguma ação, ainda neste ano, tanto no Ministério da Agricultura quanto do Meio Ambiente. Lá não se pode colocar apenas pomada e sim uma cirurgia”, comentou o ministro, que pretende retornar à região no dia 11.

O ministro comentou que a atividade agropecuária na região vai ter que ser modificada “por estar trazendo problemas para as nascentes dos rios de Bonito”. “A soja é muito importante para o país, mas tem lugares que precisam de cuidados pois não é adequado para plantar, entre eles as nascentes”.

Marun ainda comentou que “algumas atividades terão que ser banidas em alguns pontos específicos” e que a decisão será discutida pelos dois ministérios.



Fonte: campograndenews
Por: Izabela Sanchez e Leonardo Rocha
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