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MS ultrapassa meta nacional de cirurgias eletivas e é premiado com mais recursos pelo Ministério da Saúde

©Divulgação
O Mato Grosso do Sul é o segundo Estado que mais realizou cirurgias eletivas entre julho de 2017 e julho de 2018, ficando atrás apenas de Santa Catarina, segundo o Ministério da Saúde. Como consequência, o Governo Federal ampliou os recursos do Estado para este tipo de intervenção. É o que revela a Portaria 1547 do Ministério, publicada na edição de 26 de setembro do Diário Oficial da União.

A Portaria aporta recursos extras para oito Estados e alguns municípios que excederam a meta previamente estabelecida em Portaria de maio de 2017, que era de R$ 3,36 milhões. Mato Grosso do Sul usou R$ 3,54 milhões. A Portaria 1547 fez o remanejamento dos recursos dos Estados e municípios que não executaram as metas de cirurgias eletivas fazendo com que sobrassem recursos federais para este fim. Na prática, o Ministério da Saúde premiou as boas gestões em saúde, ao recolher estes recursos do saldo disponível de quem não executou as cirurgias e redistribuir para quem executou a mais: Mato Grosso do Sul entre eles.

Em todo o território nacional, 1 milhão de pessoas aguardam por uma cirurgia, segundo levantamento feito ano passado pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) com base na Lei de Acesso à Informação.

Em Mato Grosso do Sul, 72 mil também estavam na fila até que foi implantada a Caravana da Saúde. “Enquanto o Brasil ainda patina para tentar acabar com a fila interminável por cirurgias, Mato Grosso do Sul já colocou em prática a solução”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Implantado pelo Governo do Estado, o programa já realizou 60 mil cirurgias, além de 150 mil consultas médicas, 10 mil exames de alta complexidade e 500 mil atendimentos.

Catarata

Na lista de espera nacional, a maioria dos pedidos de cirurgias é de catarata, hérnia, vesícula, amígdalas e adenoide, além de cirurgias ortopédicas. Médicos alertam que a demora na realização de determinado procedimento é decisiva no sucesso de um tratamento.

O representante do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Cristiano Caixeta, explica que a demanda por procedimentos nos olhos tem crescido devido ao envelhecimento da população, entre outros fatores. E a demora para atender todas as solicitações nem sempre está relacionada à falta de profissionais especializados.

O atendimento oftalmológico prestado pela Caravana da Saúde em Mato Grosso do Sul já foi citado pelo CBO como bom exemplo e alternativa para levar a prestação de serviço médico às pessoas que vivem em áreas carentes.

O mutirão ajudou a ilustrar o projeto Mais Acesso à Saúde Ocular do CBO, que reúne propostas para expandir o acolhimento oftalmológico no Brasil, sobretudo em locais onde há pouca oferta de atendimento.

ASSECOM
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