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Odilon assina compromisso com Fórum dos Servidores do Estado

Representantes da direção do Fórum, que reúne cerca de 30 sindicatos do funcionalismo público estadual, estiveram nesta sexta-feira com o candidato

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Integrantes da direção do Fórum dos Servidores de Mato Grosso do Sul se reuniram na tarde desta sexta-feira, 21, com o candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, para a assinatura de uma carta compromisso para beneficiar as categorias. O encontro ocorreu no escritório do candidato pedetista.

Entre as reivindicações dos servidores estaduais estão: a reposição gradativa das perdas inflacionárias acumuladas desde 2015, que somam 23,44%; redução de pessoal comissionado, com destinação de 40% do total de cargos em comissão para os servidores de carreira; a redução da terceirização do serviço público e realização de novos concursos para recomposição de quadro.

Uma das reclamações mais freqüente dos servidores é a falta de diálogo entre os representantes de cada setor com o governo do Estado durante a atual gestão. “Não houve diálogo durante esses quatro anos. Nós, do Fórum, fomos uma pedra no sapado do [Reinaldo] Azambuja. A única vez que ele nos recebeu foi em 2015, quando ele disse que não teria aumento porque ele considerou que a administração passada já havia feito isso acima do valor. Depois, ele não sentou mais com o Fórum”, lembrou o advogado da AME-MS (Associação do Militares Estaduais de Mato Grosso do Sul) e policial militar reformado, Gerson Almada Gonzaga.

Durante a atual administração, várias categorias fizeram manifestações contra o governo por não concordar com reajustes impostos pela administração, segundo o presidente do Sintss-MS (Sindicato dos Trabalhos em Seguridade Social em Mato Grosso do Sul), Ricardo Bueno. “Isso ocorreu devido a intransigência do governador. Desde que haja diálogo não vai haver manifestação”, observou ele.

Os servidores também reclamaram da reforma da Previdência Social de Mato Grosso do Sul, feita no ano passado pelo governador “a toque de caixa”. De acordo com o Fórum, a manobra foi feita para cobrir um rombo feito pela própria administração em 2016, quando usou o fundo para, segundo a própria gestão, pagar fornecedor e o salário de servidores.
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“A Previdência ficou sem o depósito patronal e do servidor de outubro de 2016 a maio de 2017. Eles ficaram de devolver este dinheiro parcelado e com juros e como ia ficar um rombo e podia incorrer em improbidade para ele, foi feito essa reforma”, declarou Bueno.

Para Odilon, o principal é tratar todas as categorias com igualdade e honestidade. O candidato também se mostrou totalmente contra a reforma na Previdência. “Ficou um rombo e agora como que o governo vai repor isso? Não tem jeito. Vai ter que se fazer um levantamento dos imóveis do Estado e doar para a Previdência ou fazer um leilão desse imóveis e doar o dinheiro”.

O pedetista tem dito em entrevistas e debates que seu governo vai primar pelo diálogo com todas as categorias por considerar que os servidores são parte do governo e jamais adversários. “Os servidores devem estar ao nosso lado para fazer a transformações que precisamos implantar no Estado. Manterei as portas abertas para os representantes e com transparência e tolerância zero à corrupção vamos construir um Estado limpo, ao lado do funcionalismo”, reiterou Odilon, que foi servidor por 45 anos.

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