Header Ads

LEIA TAMBÉM
recent

Presidenciáveis têm quatro dias para oficializar vice, confirma TSE

Lei eleitoral estabelece que as chapas completas devem ser referendadas no período das convenções, de 20 de julho a 5 de agosto

© DR
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determina que a escolha dos candidatos, vices incluídos, e a decisão sobre alianças devem ser oficializadas pelos partidos até a próxima segunda-feira (6). 


A lei eleitoral estabelece que as chapas completas devem ser referendadas no período das convenções -de 20 de julho a 5 de agosto-, com o nome do candidato e do vice publicados em até 24 horas depois do prazo, ou seja, em 6 de agosto.

O texto contraria a previsão inicial da maior parte dos partidos, que avaliavam poder esperar até o dia 15 de agosto, prazo final para o registro das chapas, para fazer a escolha dos nomes.

"A escolha dos candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações deverão ser feitas no período de 20 de julho a 5 de agosto do ano em que se realizarem as eleições, lavrando-se a respectiva ata em livro aberto, rubricado pela Justiça Eleitoral, publicada em vinte e quatro horas em qualquer meio de comunicação", diz a lei eleitoral.

A determinação do TSE é observada com atenção pelas principais campanhas, que ainda não definiram os nomes que ocuparão o posto de vice em suas chapas. Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT), por exemplo, foram oficializados como candidatos de suas siglas, mas têm dificuldade de encontrar um nome para o posto.

"Sabemos que o prazo para a indicação do vice é de 24 horas depois da reunião e da feitura da ata, que será no dia 5 de agosto. Então, temos até o dia 6 para escolher", afirmou o presidente do PDT, Carlos Lupi. Segundo ele, os aliados de Ciro farão um encontro no domingo (5) para bater o martelo sobre o vice do presidenciável.


A principal preocupação, porém, se concentra na campanha do PT. O partido pretende lançar o ex-presidente Lula como candidato ao Planalto na convenção da sigla, no sábado (4), mas não indicaria um vice para o petista. 

A ordem era do próprio Lula, que avaliava que a nomeação para a vaga poderia ser entendida como um possível plano B do PT caso ele seja impedido de concorrer.

programação do PT era deixar a escolha para o dia 15 de agosto, prazo final para o registro das chapas. A definição caberia à executiva do partido e, dessa forma, o partido ganharia tempo na estratégia de levar a candidatura de Lula até o limite.

Neste sábado, além do PT, o PSDB, de Geraldo Alckmin, e a Rede, de Marina Silva, também chancelam seus candidatos. Ambos também não definiram seus vices. 

tucano está em negociações avançadas com a senadora Ana Amélia (PP-RS) para a vaga, enquanto Marina conversa com o PV, seu ex-partido, para ter o ex-deputado federal Eduardo Jorge como companheiro de chapa. 

NAOM-Com informações da Folhapress.
Tecnologia do Blogger.