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"Fizemos o dever de casa", avaliam deputados sobre polêmicas do ano

Momento mais tenso foi a aprovação da reforma da previdência, no final de novembro

Deputados estaduais durante sessão na Assembleia (Foto: Victor Chileno/ALMS)
Os deputados estaduais avaliam que apesar de todas as polêmicas do ano, como a "reforma da previdência", eles conseguiram "fazer o dever de casa", aprovando projetos relevantes para o Estado. Também descrevem 2017 como um ano "atípico" no parlamento estadual.

Para o líder do bloco do PMDB, o deputado Eduardo Rocha, este foi um ano difícil para o parlamento, porém com ações necessárias para o futuro de Mato Grosso do Sul. "Foi um ano de ajustes com aprovação de reformas e o teto dos gastos públicos". Ele entende que as aprovações vão beneficiar a população e os servidores públicos.

O peemedebista enfatizou que apesar dos deputados formarem dois blocos partidários, cada um teve a liberdade para votar como entendesse melhor nos projetos. "A postura foi de independência, temos parlamentares de diferentes segmentos, cada um se posicionou de acordo com sua consciência, sem pressão".

O líder do bloco do PSDB, Beto Pereira, também ponderou que o parlamento abriu espaço para os debates e diálogos, independente dos temas em pauta. "Foi democrático e aberto a todo tipo de debate, sendo inclusive palco de intensas discussões entre os deputados e segmentos".

O tucano citou que foi preciso ter "coragem" para aprovar projetos impopulares. "Eles (projetos) certamente terão resultados positivos para todos que vivem em nosso Estado. Em 2018 vamos ampliar ainda mais este debate".

Já o líder da bancada do PT, o deputado João Grandão, citou que a oposição conseguiu votar unida e promoveu as críticas quando entendeu que havia prejuízos ao trabalhador. Ele ainda citou o ano "atípico" tanto em Mato Grosso do Sul, como nos demais estados, em função da crise econômica.

"Nosso ano foi extremamente atípico, de preocupação com o desequilíbrio econômico considerável. Esperamos que em 2018 essa situação possa melhorar em todos os níveis". Ele ainda criticou as ações do governo federal sobre a assistência social e agricultura familiar.

Reforma - O líder do Governo, Rinaldo Modesto (PSDB), lembrou que Mato Grosso do Sul sofreu com a crise econômica nacional, mas que conseguiu avançar já reorganizando a previdência estadual. "Quase 40 mil servidores não foram impactados pela a mudança, também será criado um fundo, com a adesão dos Poderes, que permitirá o equilíbrio das contas previdenciárias".

Ele ainda lembrou da convalidação dos incentivos fiscais, que fortalece a economia do Estado. "Com a aprovação da proposta do Governo, asseguramos às empresas mais cinco anos de incentivos". Também citou o pagamento em dia dos salários dos servidores e contas com os fornecedores.

Fonte: campograndenews
Por: Leonardo Rocha
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